IPT e MPT de Campinas celebram acordo de cooperação técnico-científica

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Com o objetivo de estabelecer um programa de cooperação técnico-científica, o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) e o MPT (Ministério Público do Trabalho) da 15ª Região, que atua no município de Campinas, assinaram um convênio no dia 3 junho na sede do Instituto. Além de dirigentes do IPT, participaram da cerimônia Catarina von Zuben, procuradora-chefe e signatária do acordo por parte do MPT, e os procuradores Mário Antonio Gomes e Sílvio Beltramelli.

O convênio prevê uma aproximação das duas instituições visando o interesse público, sobretudo na área de meio ambiente do trabalho. Entre possíveis ações conjuntas está o fornecimento de laudos, relatórios, perícias e pareceres técnicos por parte do IPT, a fim de subsidiar intervenções do Ministério. Para Catarina, o convênio permitirá que o MPT aprimore ainda mais sua atuação em prol da sociedade. “Com o conhecimento do IPT e com o desenvolvimento tecnológico poderemos levar a certos segmentos uma melhoria das condições de trabalho, retornando para a sociedade toda a pesquisa aqui desenvolvida”, afirma ela, pontuando a relevância de se atentar para a proteção do trabalhador em relação às máquinas, ao manuseio de produtos químicos e ao impacto ambiental das indústrias, áreas em que o IPT possui larga expertise.

Para o diretor-presidente Fernando Landgraf, que apresentou aos visitantes as múltiplas competências do Instituto, “a meta do IPT é prestar cada vez mais serviços que atendam as políticas públicas, o que certamente este convênio proporcionará”. O diretor de Operações e Negócios do IPT Carlos Padovezi reforçou a ideia, afirmando que “o convênio representa um encontro de bons interesses, e é a sociedade que sairá ganhando. Esperamos que o Ministério Público use e abuse da multidisciplinariedade do IPT”.

O acordo trará benefícios para as duas instituições, operando como uma via de mão dupla. Enquanto o MPT poderá contar com o apoio do IPT, fundamental para garantir o rigor técnico de suas intervenções e das soluções propostas, ele pode contribuir com o Instituto estreitando seus laços com a sociedade. Multas aplicadas, por exemplo, em casos de desrespeito a normas ambientais ou trabalhistas, poderão ser revertidas em recursos para programas técnicos de interesse público. “Nossa atuação tem um impacto muito grande na população. O Ministério deve conseguir disseminar a importância da pesquisa para a sociedade”, concluiu o procurador Mário Antonio Gomes.

Fonte: IPT

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